sábado, 14 de abril de 2012

COTIDIANO

O trabalho tem me consumido muito tempo e aí tenho estado ausente de postagens no blog. Quando chego em casa a vontade é de descansar. Não há espaço para muitas reflexões. As provas do MBA na Fundação Getúlio Vargas também tem me consumido algumas horas. Já passei da metade do curso e já começo a pensar em novos desafios de estudos. Um mestrado ou até um doutorado no exterior estão em análise tão logo conclua esta segunda pós-graduação.

Na SDA tenho enfrentado um trabalho desafiador e prazeroso. Todavia há necessidade de dedicação e atenção. Desde os catorze anos que trabalho e já incorporei esta rotina a minha vida. Claro que devemos sempre procurar descansar e espairecer em atividades lúdicas e agradáveis. Tenho procurado assim fazer, mas nem sempre a tranquilidade vem quando esperamos.

As próximas semanas implicam iniciar a reta final do MBA; concluir diversas tarefas na SDA como a conclusão da implantação do sistema de patrimônio; a realização da várias atividades de capacitações nos mais diversos setores (SINCONV, serviços gerais, prestações de contas, etc), a conclusão do processo de aquisições de equipamentos para as mais diversas coordenadorias e vinculadas (servidores de última geração, equipamentos de informática, veículos, ônibus, etc), entre outras atividades. O orçamento da SDA passa de 500 milhões e é um desafio enorme avançar em sua execução.

As decisões políticas de Quixadá também devem acontecer até o final de maio. Confesso que acho que os egos de cada um dos pré-candidatos tem interferido na apresentação de um projeto comum para a oposição quixadaense. Se os eventuais pré candidatos não botarem o pé no chão e se unirem em torno de uma proposta para a cidade terão grandes dificuldades na eleição que se avizinha. Ocorreu uma boa reunião há algumas semanas em que foram acertadas as diretrizes para a escolha da eventual chapa oposicionista, mas alguns tem afirmado nos bastidores que não irão acatar a definição do que foi acertado. Sendo assim, acho muito dificil qualquer proposta de união das oposições. Será um salve-se quem puder e o continuismo político tão nefasto para a democracia e para nossa cidade poderá permanecer.