quarta-feira, 27 de julho de 2011

ALGODÃO - OURO BRANCO DO SERTÃO


Tive que parar o carro quando vinha de Quixadá e registrar as imagens desta plantação de algodão na fazenda de propriedade do Sr. Renato Carneiro. Há uma imensidão de algodão florando a perder de vista. Como seria bom a retomada desta cultura que levou tanta riqueza e renda ao sertão do Ceará. Brinquei muito em cima dos sacos de algodão na antiga Cooperativa de Quixadá onde meu pai trabalhava.

4 comentários:

  1. nossa...agora me bateu uma saudade da cooperativa...aquilo era lindo para nós ainda crinças...riqueza sim...muita riqueza!

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  2. Esquecemos de dizer que essa cultura deixou um rastro de desertificação em vários núcleos do nosso estado. Uma monocultura gerida sem a menor noção de sustentabilidade, acarretando perda de biodiversidade mudanças nos microclimas regionais, perda de produtividade do solo e desgraças a perder de vista por onde passou. COMO SERIA TRÁGICA A RETOMADA DESSA CULTURA QUE TROUXE TANTAS PERDAS AO MEIO AMBIENTE. Deus e os ambientalistas livrem o Ceará de pessoas que ainda pensam esse modelo ultrapassado e devastador de desenvolvimento. Por favor companheiro! Monocultura nas mãos de grandes proprietários não tem nada a ver com ser libertário nem revolucionário. Está muito mais para ditador e reacionário.

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  3. Seria libertário e revolucionário aceitar meu comentário e respondê-lo
    Obrigado companheiro

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  4. A cultura do Algodão chegou a ocupar mais de 1,200 milhões de ha no nosso estado. Incríveis 80% da área do nosso estado. Já sabemos porque o Ceará é um dos estados mais devastados da federação.
    Um abraço a todos

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