sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

ENTREVISTA EM QUIXADÁ


Participei de dois programas de entrevistas nas rádios Monólitos Am e FM Liderança. Fui entrevistado pelos radialistas Erley Nunes e Elton Dantas. Fiz um balanço da minha trajetória a frente do mandato de vice-prefeito, de secretário de administração e do período em assumi como prefeito municipal. Comentei acerca dos motivos do rompimento com o prefeito Ilário e de como já desconfiava de que não seria o indicado. Fui questionado sobre o futuro político, sobre filiação a outros partidos, da relação com o governador Cid Gomes, do que achava sobre o novo secretariado, entre outros assuntos. Veja algumas das minhas afirmações nas entrevistas:
- Não possuo ódio ou rancor no coração,mas não quero estar próximo de pessoas que nos usam apenas como instrumento e depois jogam fora.
- Entreguei a prefeitura municipal com os servidores em dia, em uma situação bem melhor do que a que encontrei. Quando recebi, a prefeitura devia mais de 3 milhões com fornecedores, sem contar os gastos com funcionalismo. Entreguei no final de fevereiro com débito menor de sua metade.
- Não paralisamos uma obra, mantemos a cidade limpa. Inauguramos calçamentos, escolas, centro do idoso e o Centro de Referência da Mulher. Iniciamos as obras do ABC, Estádio Municipal e do Ginásio Coberto, que estava totalmente deteriorado.

- No novo secretáriado há bons nomes mas todos são ligados ao atual prefeito. Não tenho dúvida de que ele foi quem nomeou todos, até ele como procurador do município e seu irmão no turismo. Tá parecendo um terceiro mandato de reeleição. Acho lamentável essa ânsia pela perpetuação no poder.

- Não sou futurólogo para saber se haverá rompimento entre eles.

- Estamos vivendo um momento bom em nossa cidade. É preciso competência para tirarmos proveito agora.

- Sei que nesse momento tem muito trabalho para ser implementado em Quixadá. Estamos em calamidade pública com a falta de água. Há casas que não tem água há semanas. E esta obra do saneamento que é importantíssima não tem fiscalização, é buraco pra todo lado.

- A partir de janeiro serei apenas um cidadão, mas um cidadão que ajuda a construir mas também cobra o que é devido pelas autoridades.